Mural

Professor Marcelo, muito obrigado pelas observações nos meus textos. Foram bastante oportunas. Sempre precisei de alguém que realizasse uma leitura crítica dos meus textos. Forte abraço e sucesso a todos nós!

Roni Ferreira Nunes - Santa Cruz do Sul



Sou uma leitora voraz...amo literatura dos clássicos à filosofia...os grandes romances ao entretenimento...exceto o terror e a ficção científica e gosto muito de escrever. Então gostaria muito de fazer um curso que orienta a escrita criativa, no entanto, não consigo acompanhar cursos on line. Ou estou presente ou prefiro o livro para me orientar. Se você tiver o interesse de me vender o curso através de material gráfico ou vídeo aulas gostaraia muito de adquirir...aguar resposta via email...obrigada

Rosângela Maria de Jesus Pereira - Novo Cruzeiro



Muito bom o artigo, professor Marcelo, e bastante esclarecedor.
Talvez eu possa estar enganado, mas creio que o principal motivo do afastamento de leitores iniciantes da minha época, eram essa fórmula de escrita de Aluizio de Azevedo, por exemplo, formal ao extremo. Eu tive que ler um livro de José de Alencar, detestei, li pro obrigação... E vi que hoje, são livros obrigatórios principalmente para quem quer se aventurar no mundo da escrita.
Nos Romances contemporâneos, esse tipo de linguagem é normal: o narrador vai descrevendo a história naturalmente e nos diálogos não é mais ele que está ali, e sim as personagem em diálogos descontraídos e outras vezes num tom mais agressivos o que não dá para seguir na mesma toada. Isso, ao meu ver, serve por dois motivo: primeiro, alertar o leitor e posicioná-lo na leitura do texto, deixando-o atraído pela cena. segundo, o narrador tem a obrigação de trazer ao leitor a correção e coerência de uma boa gramática.

paulo ademir de souza - Guarujá



A LER REALMENTE É ALÇAR VOO AO INFINITO,GOSTAR DE LER É PRECISO PRATICA SEM ESSE EXERCICIO NUNCA SE LÊ, APENAS SE DECODIFICA,E NÃO SE PERCEBE O HORIZONTE,TORNA-SE PRESO E ACABA POR SE PERDER NO INFINITO DAS LETRAS.PANEAS ISSO.
LER É PERCEBER PELO OLHAR,AS PALAVRAS E ALÇAR VOO NA IMAGINAÇÃO SEMINTERRUPÇÃO E NEM MEDO DE VER QUÃO GRANDE SÃO AS EMOÇÕES CONTINDAS NAS PALAVRAS,ESSAS PEÇAS FUNDAMENTAIS PARA O CRESCIMENTO DO EIXO SOCIAL, EÃO SOMENTE UM EXTRATO SOCIAL.
JORGE CARVALHO JURUTI PARA BRASIL.

FRANCISCO JORGE DOS SANTOS CARVALHO - JURUTI PARA



Modo singular de contar um caso. Vi cada cena, mas terminei com o estômago embrulhado. Parabéns!!!

Raimundo - Belo Horizonte/MG



A leitura deste texto me fez ter certeza da qualidade do curso. Obrigada por compartilhar sua visão de cultura.

Maria Theresa Gomes - Cariacica - ES



Cara Suely; fiz o comentário sôbre a minha
condição de iniciante assustado com a tarefa
de mostrar algo de criação literária. Fui fazer
uma semana de liguistica de Graciliano patrocinado pelo Liceu Literário Portugues e
estou lendo sobre o estilo de Machado de Assis e de Eça de Queiroz que lá êles recomendam. Estou amadurecendo no trabalho de texto. Assim que melhorar vou entrar em novo curso quando me sentir mais confiante

MANUEL MARTINS PEREIRA - Rio de Janeiroa



Acabo de ler o livro "Minicontos e muito menos" (comprei hoje na aula da Laís) e preciso te dar os parabéns. Muito bom, Marcelo, tanto a tua parte quanto a da Laís. E achei a edição muito legal também, o formato, as ilustrações... Vou levar meu exemplar semana que vem pra vocês assinarem.
Era só isso mesmo!

Adriano Andrade - Porto Alegre



Marcelo, adorei esse texto. Identifiquei-me com sua indignação. Parabéns e obrigada por ter escrito sobre esse tema. Um abraço, Rebeca.

Rebeca Bedone - São José do Rio Preto/SP



"ricocheteavam" e "entreolharam-se" são sinais de um narrador que, conscientemente ou não, se poe num degrau diferente dos personagens. O que poderia ter escrito? "batiam" e "olharam um para o outro"? Sim, bons substitutos, mas duvido que os personagens usassem essa linguagem para descrever o que estava acontecendo. Zé miúdo usaria alguma metáfora para descrever tudo isso? Ou usaria um monte de palavras que, sinceras e verossímeis, descrevem seu jeito de ver o mundo, mas que que simplesmente nunca usaria na vida real, pois não é assim que ele fala? É do narrador a prerrogativa de querer manter-se neutro, mas isso o briga a falar como o personagem fala ou ele pode usar a linguagem que lhe soa mais familiar? Seus personagens se entreolham, mas duvido que saibam disso.

marco polo laufer - viamao



Realmente Jacira, o ensino está a desejar, eu que gosto muito da língua portuguesa e estou sentindo falta de conteúdo, as escolas deveriam dar mais aprofundamento no estudo, principalmente quando se trata de português, para formar cidadãos mais cultos e que se expressem bem na escrita. Abraço.

Adenilson Selestrino dos Santos - Arapoti - Paraná



o mundo precisa mais de projetos onde aprenderia-mos cada vez mais a desapegarmos um livro por ai, onde podesse crescer cada vez mais .

maria clenilde araujo - valença/PI



Caro Marcelo: Vou fazer o curso presencial
"lingua e estilo em contos de Graciliano Ramos"
duração de 05 aulas, de 23 a 29 próximo no Rio.
Após isso, vou enviar para o Oficina os
trabalhos de criação finais para o Certificado.

Manuel M. Pereira - Rio



Participei de algo semelhante ao "Estante Pública", aqui em Miguel Pereira/RJ. O livro que deixei foi o mais importante pra mim: "A Pedra do Reino", de Suassuna. Foi-se rapidamente. Procurei um livro que pudesse ler, em vão... Hoje fui à procura da "estante dos sonhos". Já não havia. Restaram os desejos.

Renato C. Pereira - Rio de Janeiro/RJ



Professor Marcelo, um olhar crítico sobre nossos textos nos ajuda a crescer,melhorando nossa escrita.Além do mais, ela torna legítimo o elogio.Obrigada pelo olhar atencioso sobre meus texto.

Ana Lucia Rodrigues Lopes Santana - Americana SP



Mas essa é uma das grandes sacadas de se fazer uma oficina de escrita criativa a oportunidade de ter um olhar técnico esmiuçando seu texto, com o intuito de ajudar. Isso pra mim é sensacional.

Felipe Mota - Itaberaba/BA



Preado Marcelo:me senti prestigiado a publicação da minha mensagem sobre o que
preciso fazer para continuar na escrita.
Qual é o proximo desafio.Sou um redator
aposentado e do tempo antigo.Por favor me
passe uma tarefa.Para que possa entrar no
jogo, participar.Estou louco para mostrar
o que vim fazer aqui. Do amigo e admirador
Manuel.

Manuel M.Pereira - Rio de JaneiroRJ



As críticas são muito importantes para nosso amadurecimento e aprimoramentos, muiiiito obrigada Marcelo.

Diane Maciel - Mogi/SP



O Tribunal de Justiça do DF fez uma bela campanha e criou o projeto "Estante Livre", com a triagem das doações sobre o conteúdo dos livros doados.

Neli Trindade - PORTO ALEGRE



Caro Marcelo: estou um pouco perdido dentro do
Oficina. Gosto da estruturado curso,da maneira
como êle é apresentado. E daí, qual éo meu
processo para evoluir.Por onde começar.
Me sinto como se fosse um hobby. O que eu faço.Por favor,me diga.Me mostre por onde
evoluir na criação.Sou por enquanto um leitor. Quero escrever. Abraços,Manuel

Manuel M.Pereira - Ro deJaneiro RJ



ERRATA: Na citação de Clarice Lispector, parte de uma frase foi misteriosamente abduzida pelo computador. Segue a frase completa: “E é verdade. A vida de cada pessoa é passível de um aprofundamento doloroso e a vida de cada pessoa é "inacreditável". Aliás, quando ela cita “aprofundamento doloroso”, com certeza, ela deve estar falando de crítica (brincadeiras à parte, não é que dá o que pensar?). Vocês não concordam? Abraços a todos os participantes e ao professor Marcelo.

Hugo Ricardo Lengert - São Leopoldo-RS



Crítica, quando não é puramente opinião pessoal, mas se embasa em critérios plausíveis, é sempre excelente para quem quer aprender. E oficina literária é espaço para aprendizado. Geralmente quem se ofende com a crítica é gente que se leva muito a sério e ainda não aprendeu a rir de si mesmo. Tenho uma relação de amor e ódio com meus textos (meu parecer a respeito deles sempre oscila entre achá-los bons e, no momento seguinte, desprezíveis). Fico corrigindo incessantemente até o momento de enviar para apreciação de alguém. O jeito de me livrar de um conto é escrever outro em seguida. Deixo um trecho do livro Um Sopro de Vida de Clarice Lispector para reflexão: “Todo o mundo que aprendeu a ler e escrever tem uma certa vontade de escrever. É legítimo: todo o ser tem algo a dizer. Mas é preciso mais do que a vontade para escrever. Ângela diz, como milhares de pessoas dizem (e com razão): "minha vida é um verdadeiro romance, se eu escrevesse contando ninguém acreditaria". E é verdade. A vida de cada pessoa é "inacreditável". O que devem fazer essas pessoas? O que Ângela faz: escrever sem nenhum compromisso. Às vezes escrever uma só linha basta para salvar o próprio coração”.

Hugo Ricardo Lengert - São Leopoldo-RS



Marcelo como já falei, estou adorando as oficinas, e sinceramente, estou participando para aprimorarmeus conhecimentos que são poucos, e espero sempre receber criticas construtivas, pois só assim conseguimos evoluir e atingir nossos objetivos, se eu não chegar a publicar algum dia um livro ou conto, com certeza serei uma grande leitora. mais uma vez parabéns pelo projeto!

Sheila Rapkiewicz - Alvorada



Cara Suely: Fiz o ENEM EM 2012 aqui no Rio
Me saí bem e fui aprovado. Considero a parte
de linguagem da Oficina de Criação com maior
qualidade e,por isso mesmo, mais dificil.
Vou fazer uma revisão do curso médio para me
atualizar

Manuel M. Pereira - Rio de Jneiro RJ



Porra, até que enfim as palavras dizem o que tem
que ser dito.Cada um é cada um.Vamos em frente
que atrás vem gente.Abraços, Manuel

Manuel M.Pereira - Rio de Janeiro RJ



Caro Marcelo:Tenho andado meio perdido com o
material do curso.Confesso que hoje foi a primeira vez que gozei com o texto. É que tenho
uma ideia de um conto com protagonistas de uma
casa de massagem.Muito bom o diálogo.Rubens Furtado é o meu autor favorito.

Manuel M. Pereira - Rio de Janeiro



Marcelo gostei muito do teu artigo.Está muito claro e explicativo.Concordo contigo que a capacidade de expressão é fundamental na comunicação e para escrever então temos que conhecer a capacidade linguística.Gostaria que escrevestes também um artigo, explicando a diferença entre capacidade de expressão e a linguagem oral falada no cotidiano ,porque nem sempre usamos a linguagem correta.Como por exemplo a linguagem de cada Estado no Brasil é diferente.Exemplo o pão francês no RS chamamos de cacetinho, já em outros Estados é palavrão.E as gírias de cada Estado.Gostaria que explicasses também sobre os escrevem e declamam cordéis.Os cordelistas.Abraços.

Suely Braga - Osório RS



Suas observações no meu texto foram muito pertinentes e contribuiram de forma significativa para minha escrita. Quem não está apto a receber críticas e sugestões deve escrever apenas para si mesmo.

Vanessa Cardoso - Rio Claro



Acho valido teus comentários. Se não tivermos maturidade para ouvir comentários críticos sobre o que escrevemos como vamos crescer.

Vera Salbego - Guaiba



Gostei muito do texto, pela clareza e pelos pontos de vista sobre a Cultura ! Sou admiradora da tua escrita tenho empatia pelas coisas que escreves. Parabéns !

vera salbego - Uruguaiana RS



Oi, Marcelo! Parabéns pelo Livro As cinco pontas de uma estrela, pois tratas com muita maestria questões da adolescência tão vitais para nossos filhos. Pontos de um ciclo da Vida muito importantes de uma fase tão linda e cheia de questionamentos e efervescência; estou ajudando meu filho Guilherme de 13 anos a redescobrir a leitura.

Marlon Cássio Grigol - Porto Alegre



Gostei do texto pelos esclarecimentos quanto ao que é cultura, a diferença de arte e entretenimento.Fiquei a pensar na questão da diferenciação entre arte e entretenimento, pois o que um vê de beleza em algo pode não existir para outro, sobretudo para os padrões da atualidade.

Josue Feitosa - Jandira/SP



muito bom o texto. a discussão entre o que é cultura e o que não é,me fez fazer boas reflexões.

Gildeí - ibotirama bahia



Concordo com todas as críticas que fizeste até agora, percebo como é difícil mostrar e não narrar, parece que a escrita acadêmica acaba nos viciando num determinado modelo. E a falta de planejamento do final da história realmente propicia uso de clichês.

Carla Pintado - POA/RS



As críticas que o professor Marcelo faz são super relevantes para quem almeja melhorar a produção da escrita criativa. É como ele mesmo diz em suas aulas: gostar de escrever é bom, mas o mais importante é ter persistência, não desistir e buscar aprimorar cada vez mais o texto literário.

Giovanna Leite - Campina Grande - Paraíba



Marcelo, as críticas são imprescindíveis para o aprendizado.

Maria Auxiliadora R Araujo - Salvador



Acredito que a Arte, assim como a Cultura sofre mudanças o tempo inteiro. Na Arte, sito o exemplo da pintura, que se populariza cada vez mais através dos grafites, e na escrita, as crônicas e artigos publicados em jornais e revistas. Ambos de fácil acesso à população em geral. Penso que esta proximidade agrega cultura, e, de quebra proporciona entretenimento.

Rosa Maria G. Furlanetto - Porto Alegre - RS



Quando cursei mestrado, meu orientador escrevia em letras garrafais: "NÃO ENTENDI NADA!, REESCREVA, TEXTO CONFUSO. Muitas vezes fiquei chateada, mas no final concluí que as críticas foram fundamentais para meu aprendizado. Achei suas recomendações pertinentes e buscarei aprimorar.

Marilia Monteiro Alvim - Rio de Janeiro - RJ



Penso que o escritor, tal como o pintor ou o músico, tem antes de tudo uma necessidade inerente de se manifestar, de expressar sua arte, de dar o seu recado ao mundo. É algo do qual ele não consegue fugir, não há opção - isto está dentro dele e sempre estará. Este recado a ser dado ao mundo pode ser compreendido ou não, pode ser aceito ou não, mas ele sempre será passado, ou do contrário, teremos seres frustrados e infelizes pela frente.
Por este motivo, entendo e respeito a Valesca Popozuda, o Paulo Coelho ou o malabarista que fica na esquina fazendo suas performances. Eles fazem o que fazem porque esta é a sua essência, a sua cultura particular, que será compartilhada e absorvida por muitos e negligenciada e menosprezada por outros tantos.
Quanto ao atingimento daquilo que chamamos por "arte", creio que é algo restrito a poucos felizardos, que carregam consigo um misto de coisas, como talento, esforço, disciplina, sede de aprimoramento, teimosia, e um pouquinho de sorte também, pois a sorte acompanha os vencedores.
Imagino a arte como uma irmã mais velha, mais sábia e experiente, que, do alto de suas sólidas certezas, enxerga longe o horizonte, e a cultura como aquela irmã menor xarope, que fica pulando aos seus pés, pedindo colo e chamando a atenção. De vez em quando elas andam juntas, se dão as mãos,... Há vezes em que a arte carrega a cultura no colo e vezes em que ela se fecha em seu quarto e não a deixa entrar. Às vezes brigam de se matar! Quando estão juntas, são felizes. Quando estão longe, sentem falta uma da outra, pois são ao mesmo tempo individuais e complementares.

Deise Ferraz - Porto Alegre



Parabéns, Mestre! Foi muito esclarecedor o teu texto. Aliás, em poucas linhas, provocaste em mim muitas reflexões para que possa melhor me aventurar no universo da escrita criativa.

Ricardo Machado - Porto Alegre/RS



Boa tarde!
Venho através desta mensagem agradecer a doação dos títulos: As cinco pontas de uma estrela, Vencer por linhas tortas e Mitos Virtuais para a Biblioteca Pública Municipal Pedro Hahn da cidade de Feliz/RS.
A doação engrandece imensamente nosso acervo.

Taise Fernanda Becker Cerri - Feliz RS



Parabéns professor Marcelo, este foi sem dúvida um excelente texto, deu para entender perfeitamente a mensagem.

Keila Melo - Açailândia - Ma



Roberto (já nos conhecemos de outro site, que de revolução em revolução consigo encontrá-lo, tornou-se um cometa) Achei bastante apropriada sua observação. Lemos, devemos ler, porem devemos dar chance, aos menos curiosos porém sequiosos de conhecimento de também desfrutarem desse entretenimento cultural.
O difícil é nos imbuirmos do ato de doar algo que durante algum tempo já fez parte de nós. Temos que encarar essa nova fase e acha-la quase normal.
Parabéns por sua iniciativa.
José Olavo

José Olavo Crestana - São Paulo/SP



Professor, obrigado pelo artigo esclarecedor. Muito bom!

Gostaria de contribuir se me permite, observando sobre o sucesso e a notoriedade; eu me incluo nesta lista de poucos loucos, e mesmo sem um motivo tão evidente, insiste em escrever, em busca de se fazer arte.

Há uma diferença bastante relevante entre o sucesso e a notoriedade. Acredito que muitos, como eu, terão sucesso, se sentirão bem e realizados com a construção de textos; porém, a nossa vaidade e o mundo nos atrai para a notoriedade; esta, parece, mas não é garantia de bem estar; em alguns casos o efeito é contrário.

Sejamos felizes com nossa arte, mesmo sem notoriedade. E saibamos valorizar os artistas comuns, simples e humildes (eles estão por toda a parte, é só enxergá-los), não apenas os consagrados.

Acho que um bom medidor do sucesso é: fez bem a alguém? Um só basta? Pode ser inclusive, nós mesmos, melhor se for um próximo.

Apenas uma lembrança aí, um ponto de vista sincero, de coração... forte abraço!

Samuel - Passos, MG



A língua coloquial é adquirida naturalmente ao longo da existência do indivíduo, sendo que a padrão está externamente posta nos livros e em outros suportes ou na fala dita culta elitizada e é definida assim por uma conversão, por causa disso, requer do professor que a coloque a disposição do discentes, para que eles a aprenda.
O que não se deve descuidar, é do modo de como tratar a questão, pois ao longo de sua escolarização, principalmente do ensino fundamental, os alunos geralmente foram induzidos a desvalorizar a variável coloquial que ele adquiriu naturalmente, utilizada diariamente para fazer a interação com os outros falantes. Só esse fato, já demostra a importância dessa modalidade, de modo que, desprezá-la, além de ser incoerente, fortalece o preconceito contra quem faz uso dela.
Quando o preconceito não é combatido nos primeiros anos da vida escolar, os alunos chegam ao ensino médio já internalizado em sua mente, a ideia que falam o português errado e que precisam ir à escola, assistir aula de Língua Portuguesa para aprender o português correto, por causa disso, tende a se tornarem intolerante com quem fala a variante coloquial da língua, quando passa a dominar o uso da norma culta.
Se o professor (a) deixar essa ideia enraizar na mente dos discentes, certamente fortalecerá o preconceito linguístico futuramente, por isso, o docente deve ficar atento a qualquer sinal de preconceito linguístico expressado em sala.
Por que se deve ficar atento? Porque o preconceito se manifesta inconscientemente por meio de práticas consideradas naturais por quem o exercer. Isso é um perigo, se o combate ao preconceito linguístico não trazer a luz o problema, pode criar uma geração que além de nega seu passado, se tornará odiosa com os menos favorecidos, a além do que se pode achar que só quem fala o Português padrão está apto para exercer a cidadania. Dessa ideia, surge a verdadeira exclusão linguística e o que é pior, nesse caso, o aluno ao invés de se apropriar da norma culta, entendendo ser mais uma ferramenta para ele exercer a sua cidadania com mais propriedade, baseado no uso da língua de modo civilizado, acaba por exercê-la enveredado pelo caminho da ignorância e a prática da inclusão e do ódio.
Esse modo de se comportar é observável, com facilidade, quando se percebe alguns comentários no “facebook” ou em grupo de “WhatshApp”, onde se algum popular, que não domina a norma culta, faz um comentário ou dá a sua opinião a respeito de um determinado tema, sendo que a sua escrita apresente alguns problemas ortográficos, a ideia dele pode até estar coerente, contudo, logo aparece um comentário desqualificando a sua ideia, simplesmente por ele não dominar a norma dita culta da escrita. O interessante é que logo em seguida, o cidadão que recebeu a crítica por escrever “errado”, na maioria das vezes, não entra mais naquele debate.
Esse fato, deixa claro duas preposições, a primeira é de que as escolas, com raras exceções, não estão cumprindo seu papel civilizatório e humanizador, fato que deixa evidente a necessidade de se mudar a forma de como é feita essa abordagem em sala pelos professores. A segunda, dar-se pelo fato de que ao invés dos alunos se apropriarem do conhecimento dessa variante linguística para exercer a sua cidadania com plenitude criando um ambiente respeitoso, para que as interações linguísticas aconteçam primando pelo respeito ao modo de se comunicar do outro, termina por fortalecer a intolerância.

Manoel Messias Serafim dos Santos - Redenção



Gostaria de fazer um curso de Escrita, oficial, memorando,cartyas, redação.,

Edemilton Mendes Dos Santos - São Paulo



Adorei a coerência e a inspiração do texto.

Joelson Pereira - Parauapebas



Marcelo, considerei suas observações pertinentes, pontuais e transformadoras. Como meu desejo é melhorar minha escrita, continuarei aberto para o aprendizado. Alguém, certa vez disse: "Amo os que me criticam porque me ajudam; evito os que me bajulam porque me corrompem".
Obrigado!

Wadson Vieira - Novo Hamburgo/RS



O texto foi definido de uma forma simples e objetiva revelando o verdadeiro significado de cada um dos temas. Com certeza levou ao leitor a compreensão de suas diferenças. Excelente!

Neide Silva - São Paulo



A qualidade desse texto me convenceu de que fiz a escolha certa, por duas razões: objetividade e estética.
Você abordou um assunto polêmico, que atrai opiniões divergentes, com maestria e arte, demonstrando com clareza as características de cada conceito: arte e entretenimento.

Josemar Luiz Barone - Rio Bananal/ES



Parabéns pelo texto, muito bem elaborado!
A mensagem foi passada sem sombra de dúvida..

FERNANDA - SUMARÉ



Olá professor. Foi uma honra conhece-lo pessoalmente.Quero agradecer pela oportunidade que nos deu hoje em nossa escola.Posso falar por mim,foi uma oportunidade impar.Já tinha uma opinião sobre leitura,mas depois da sua palestra realmente pude definir que um livro fechado é apenas uma mera coleção de folhas de papel com letras e palavras juntas em um único lugar,mas aberto e lido,é um instrumento de transformação realmente.Podemos até sermos oque comemos,bebemos,mas se a leitura não fizer parte dessa alimentação,seremos como o livro na prateleira, meros ocupantes de um espaço nobre nesse imenso mundo.Muito obrigado mesmo. Um grande abraço.

Luiz Henrique Moreira - Porto Alegre- RS.



Cultura é criada a partir das necessidades Biológicas de um grupo social, tais necessidades são convertidas em práticas consensualizadas no inconsciente coletivo; arte é a representação criativa e manifesta dessa cultural, se não for atemporal e nem universal, pode ser simplesmente entretenimento. Porém, isso não significa que qualquer tipo de arte, não possa entreter e pendurar, o que não acontece com o entretenimento, ele é efêmero.
É o que compreendi...

Manoel Messias Serafim dos Santos - Redenção - PA



Cultura é criada a partir das necessidades Biológicas de um grupo social, tais necessidades são convertida em práticas consensualizadas no inconsciente coletivo; arte é a representação criativa e manifesta dessa cultural, se não for atemporal e nem universal, pode ser simplesmente entretenimento. Porém, isso não significa que uma tipo de arte qualquer não possa entreter e pendurar, o que não acontece com o entretenimento, ele é efêmero.
É o que compreendi...

Manoel Messias Serafim dos Santos - Redenção - PA



Muito bom o conto que está mais para crônica.
osvandir.blogspot.com.br

Manoel Amaral - Divinópolis-MG



MAIS QUE PRECONCEITO LINGUÍSTICO
Muito bom e informativo este seu artigo, Professor Marcelo. Tive a oportunidade de ler alguns dos livros citados, mas têm outros que ainda gostaria de ler... Cada livro que lemos amplia nosso imaginário e nos desperta para novas maneiras de ver o mundo e viver nossas vidas.
Com seu jeito único de olhar, perceber e sentir, o escritor vai tecendo novas representações da realidade. Alguns autores, que escrevem com maestria e criatividade, nos impressionam e, por vezes, nos chocam. Seja pelo realismo, seja pela capacidade de ver o que os outros não veem, ou veem e não prestam atenção, seja por inventarem e acrescentarem novos tons, alguns vibrantes, outros melancólicos, dissonantes e até desalentadores, que são cinzelados em suas próprias mentes.
Inúmeras vezes, nos meus anos de muitas viagens pelo mundo, me perguntei de onde vinha o mito da mulata gostosa e fogosa que algumas entidades brasileiras ligadas ao turismo gostavam de propagar no exterior. Nas décadas de 70 e 80 o Brasil era muito bem cotado, lá fora, por seu café, seu futebol, seu samba e suas mulatas. Até presenciei brigas de casais europeus e norte-americanos, que interrompiam suas férias no Rio de Janeiro ou no nordeste brasileiro, para não interromperem seus casamentos. Nas apresentações artísticas das afamadas dançarinas, que começavam nos aeroportos e prosseguiam pelos hotéis quatro ou cinco estrelas e casas de show, os maridos ficavam enlouquecidos e as esposas caiam em depressão. Mulheres de educação apurada, de gosto sofisticado e atitudes ponderadas, perdiam o chão.
Com a leitura de O Cortiço, de Aluízio Azevedo (1890), compreendi o poder mágico das palavras: elas criam modelos fictícios que depois ganham materialidade e ocupam lugar de destaque no imaginário das pessoas. Entendi a razão daquela febre que se tornou nacional, para delírio dos homens e martírio das mulheres. Acho que vale lembrar um trecho que descreve a dança de Rita Baiana (que depois ganhou corpo no papel interpretado pela atriz Betty Faria, no filme dirigido por Francisco Ramalho Jr.):
Ela saltou em meio da roda, com os braços na cintura, rebolando as ilhargas e bamboleando a cabeça, ora para a esquerda, ora para a direita, como numa sofreguidão de gozo carnal num requebrado luxurioso que a punha ofegante; já correndo de barriga empinada; já recuando de braços estendidos, a tremer toda, como se se fosse afundando num prazer grosso que nem azeite, em que se não toma pé e nunca se encontra no fundo. Depois como se voltasse à vida, soltava um gemido prolongado, estalando os dedos no ar e vergando as pernas, descendo, subindo, sem nunca parar com os quadris, e em seguida sapateava, miúdo e cerrado freneticamente, erguendo e abaixando os braços, que dobrava, ora um, ora outro, sobre a nuca, enquanto a carne lhe fervia toda, fibra por fibra, tilintando.

Dando um salto no tempo e mudando a direção do pensamento, chegamos até Dalton Trevisan (O Vampiro de Curitiba) e Rubem Fonseca (Feliz Ano Novo), contistas da segunda metade do século XX que ferem minha sensibilidade e provocam em mim uma grande indignação. No meu entendimento, o realismo sádico de suas obras tem como finalidade provocar o espanto e o mal estar nos leitores. Eles criam personagens abomináveis e cenários sórdidos, depois contam suas histórias abjetas ou deprimentes e partem para outras “proezas literárias”. O leitor, indignado ou enojado, que se dane.
Autores dessa natureza foram aclamados pela crítica e tornaram-se figuras de estudo obrigatório nos meios acadêmicos porque, entre outras razões, feriam o código de expectativas da inteligência brasileira, libertavam a literatura de uma série de tabus, ou de uma falsa consciência crítica, que esperava dos artistas e de suas obras uma posição mais elitista...
As consequências dessas novas modas literárias é o que vemos proliferar na nossa literatura, no nosso imaginário e na nossa realidade, nas últimas décadas. Uma inversão de valores. As novelas e os filmes, na sua maioria, mostram dramas urbanos onde a violência impera e os anti-heróis dominam. Roubar, estuprar e matar são ações corriqueiras no dia a dia dos grupos criminosos que agora são chefiados por pessoas bem sucedidas e aclamadas. Pessoas que têm acesso livre nas rodas sociais e políticas, porque têm muito dinheiro, vivem em mansões, andam em carrões, passeiam em iates, e se comportam como se comportavam as elites que elas tanto combatiam e invejavam.
Excetuando as obras e os autores, que felizmente também existem e realizam bons trabalhos em prol de uma sociedade mais culta e verdadeiramente democrática, e seguindo a minha linha de raciocínio que contesta os valores difundidos (não a maestria da técnica literária) por autores como Trevisan e Fonseca, consagrados por uma elite cultural e ideológica, pergunto:
Onde estão as personagens representativas das camadas mais pobres da sociedade, que agregam valores e significados em suas existências, que superam obstáculos e conseguem conquistar um lugar ao sol por seus próprios méritos?
O que vemos, nas periferias que se multiplicam em todas as cidades brasileiras, é uma realidade triste e desalentadora. É o retrato do abandono, da miséria, da luta ingrata pela sobrevivência. Ou a subserviência temporária no mundo do crime, que leva ao vício, à morte prematura ou aos presídios abarrotados, onde os jovens (que deveriam estar se formando, construindo uma identidade social e se preparando para uma profissão que os levaria à realização pessoal) sofrem as piores torturas, físicas e emocionais. Torturas que só uma sociedade desumana, atrasada, cega e incompetente, permite que aconteçam.
É proibido proibir repetem muitos jovens universitários de hoje, ao lado de seus professores já não tão jovens, que cresceram exigindo liberdade sem a sua contrapartida que é a responsabilidade. Os jovens repetem o que lhes foi transmitido e se sentem heróis de uma história sem começo nem fim. Acostumados a receber quase tudo de graça, eles não sabem que a vida em sociedade é uma construção que exige esforços permanentes, trabalho árduo, tijolo sobre tijolo, dia após dia. Aliás, para eles e muitos de seus professores, a palavra “construção” não tem sentido, não tem peso nem valor. O que vale, nos dias de hoje, é a “desconstrução”. Que futuro eles terão pela frente?

De volta ao seu artigo, Professor Marcelo: Não li a coletânea Os pobres, organizada por Roberto Schwarz em 1983, mas acompanhei sua explanação sobre o romance, Cidade de Deus, de Paulo Lins, publicado em 1997, que depois virou filme homônimo, dirigido por Fernando Meirelles, e fez muito sucesso. Também acompanhei, neste importante trabalho, suas considerações e análises teóricas sobre a forma da representação linguística do discurso dos marginalizados da favela e a representação do discurso do narrador no romance Cidade de Deus.
Como leitora e pretensa escritora, sem curso de mestrado nem doutorado e, portanto, desprovida das ferramentas intelectuais necessárias para tecer pertinentes comentários, segui na leitura até a sua conclusão. E aqui, atrevo-me a emitir meu pensamento, em dois sentidos:
1- Concordo quando diz que: acrescentar às enormes diferenças entre os moradores da Cidade de Deus e os leitores de um romance um fosso linguístico artificialmente criado é, pelo menos, um prejuízo estético para a obra, se não um problema ético. A reprodução dos erros sintáticos ou linguísticos na fala das personagens apenas acentua o preconceito social e nada acrescenta na compreensão intrínseca de suas subjetividades.
2- Discordo quando embasa sua tese na teoria de BAGNO, onde ele sustenta que o domínio da norma culta em nada adiantaria na vida de uma pessoa se ela não tiver: reconhecimento de seus direitos como cidadão; acesso às tecnologias modernas, aos avanços da medicina, aos empregos bem remunerados, à participação ativa e consciente nas decisões políticas que afetam sua vida, aos programas governamentais e à justiça social.
Neste aspecto, em princípio, podemos recorrer ao significado essencial da palavra teoria: conhecimento não prático, ideal, que se desenvolve por suposição. E, muitas vezes, sinônimo de utopia, ilusão.
Considero que esse é o cerne da questão que estamos sofrendo no mundo das ideias, que está engessando nossa literatura, dividindo nossa sociedade e incentivando uma luta de classes equivocada que reduz a chance de transformação e desenvolvimento humano, cultural e social, sustentável.
Quando um intelectual (que teve a oportunidade de estudar e obter seus prestigiados títulos acadêmicos) afirma que o domínio da norma culta em nada vai adiantar na vida de uma pessoa pobre, que mora em favela, se todas as condições acima citadas não estiverem ao seu alcance, o que ele realmente quer dizer?
Ele diz, simplesmente, que as pessoas pobres, que moram em favelas, estão fadadas a serem pobres e a morar nas favelas para todo o sempre. Ele nega a possibilidade de uma pessoa pobre e que mora em favela, se instruir e adquirir o domínio da norma culta. Nega também a possibilidade de uma pessoa ir melhorando de vida na medida em que for se instruindo e se tornando culta.
Na nossa realidade, o caminho da instrução e do desenvolvimento cultural é mais difícil para os mais pobres, mas não é impossível. E, historicamente, nunca se teve tanto acesso e incentivo ao estudo como atualmente temos. É o incentivo e o esforço individual que fazem a diferença na vida de uma pessoa.
Uma pessoa que estuda tem mais condições de conseguir trabalho, de melhorar de vida. Quanto mais estudo adquire, mais chances têm de melhorar seu nível de vida. Melhorando de vida, ela pode deixar de morar na favela, ou pode ajudar a transformar a vida na favela. E já temos muitos exemplos nesse sentido.
Uma pessoa que se esforça e estuda, mesmo que encontre muita dificuldade, vai, ela mesma reconhecendo seu próprio valor na sociedade. Vai adquirindo consciência cidadã, o que implica não apenas em ter direitos, mas ter direitos e deveres. Uma sociedade não se constrói com o trabalho de poucos. Uma sociedade se constrói com o trabalho de todos.
Infelizmente, a imensa maioria da população brasileira, que mora ou não em favela, não tem acesso às tecnologias modernas. Isto porque as tecnologias modernas são custosas e na medida em que vão se tornando acessíveis, outras mais modernas estarão sendo desenvolvidas. É um processo que não tem fim. Não existe milagre ou possibilidade de inverter esse processo.
Quanto aos avanços da medicina, podemos dizer a mesma coisa. É um processo que não tem fim. Os altos custos fazem com que poucos consigam usufruir desses avanços logo que eles se tornam disponíveis. Na medida em que a sociedade vai se desenvolvendo, na medida em que a maioria das pessoas adultas se torna produtiva, os avanços da medicina vão se tornando acessíveis a um maior número de pessoas.
As pessoas educadas e instruídas têm mais chance de terem empregos mais bem remunerados, têm mais chances de participarem ativa e conscientemente nas decisões políticas que afetam suas vidas. Têm mais condições de elegerem melhores representantes políticos. E dependem cada vez menos dos programas governamentais, pois se tornam pessoas mais autônomas, capazes de gerir suas próprias vidas. São pessoas que lutam pela justiça social, não esperam que ela aconteça como num passe de mágica.

Para finalizar este longo comentário, que vai muito além do preconceito linguístico, defendo que só tem um caminho para a erradicação da pobreza e das favelas: o caminho que leva a EDUCAÇÃO! A educação só será uma realidade quando acabar essa utopia de se achar que o “governo” vai resolver os problemas de todo mundo, que vai dar tudo de graça a todos os que não trabalham e nada produzem. O governo não é uma máquina de produção de bens, nem de produção de dinheiro. Quem produz esses bens, quem produz a riqueza, é o trabalho de cada cidadão.
EDUCAÇÃO é a palavra chave! EDUCAÇÃO para todos: adultos, jovens e crianças. EDUCAÇÃO não significa apenas saber ler e escrever. EDUCAÇÃO, acima de tudo, é saber pensar, é conhecer e aplicar os valores fundamentais que dão sentido à vida.
Para que um país tenha uma boa EDUCAÇÃO, ele precisa de EDUCADORES preparados e responsáveis. EDUCADORES conscientes do papel que representam na sociedade. EDUCADORES respeitados, valorizados e bem pagos. A EDUCAÇÃO faz a diferença, mostra o caminho, nutre a esperança e constrói uma sociedade melhor e mais justa.

Rosa Maria - Bragança Paulista - SP



Acredito que uma forma de tornar o narrador mais próximo e ainda assim manter uma divisão da forma de falar seria montar uma historia dentro de outra. Assim o narrador poderia falar do seu modo, mantendo as personagens com suas características de fala, reduzindo-se assim o preconceito linguístico.

Paula Monique Carvalho da Silva - Boa Vista/RR



Marcelo, sua leitura crítica me ajudou muito. Fiquei surpresa e contente com seu olhar apurado e atento, que vê bem mais que o meu. Eu achava que escrevia bem, daí a surpresa ao receber suas correções e observações. Fiquei contente por perceber que posso melhorar. Os meus textos são, sim, como filhos que estão em fase de crescimento e precisam de atenção e cuidados. Quero vê-los bem crescidos, bem arrumados e bonitos! Por isso estou participando de sua Oficina de Escrita Literária. Muito grata.

Rosa Maria - Bragança Paulista/SP



Estou participando da Oficina de Escrita Literária e apenas hoje li esse texto do Prof. Marcelo. Gostei de seu posicionamento e também de muitos comentários que o seguiram.
Primeiramente dou razão ao professor Claudio Moreno, citado por Marcelo, quando defende o ensino do português chamado padrão e reafirma que o papel da escola é ensinar o futuro cidadão a se utilizar da língua culta. Também concordo com o professor Pedro Garcez quando diz que não é uma questão de certo e errado, mas de adequação.
Para uma reflexão, deixo aqui o meu depoimento:
Vivi parte da minha infância num vilarejo do interior catarinense. Lá, eu e meus muitos irmãos andávamos de pés descalços (por falta de sapatos) e as pessoas ao nosso redor falavam “tudo errado”. Até meu pai cometia “pecados linguísticos”, pois não teve a oportunidade de terminar o curso primário. Felizmente, minha mãe tinha mais estudo e, além de falar bem, sabia escrever bem.
Minha alfabetização se iniciou aos sete anos, no salão da pequena igreja local, com professoras voluntárias, mães de família. As turmas eram mistas e por idade. Na parte da manhã estudavam os mais velhos e na parte da tarde os mais novos. Éramos tão pobres que escrevíamos em folhas soltas e não tínhamos sequer lápis de cor.
Aos oito anos, fui morar com meus avós maternos, numa cidade do interior do RS. Já estávamos em outubro e eu cursava o segundo ano. Pela primeira vez estudava num Grupo Escolar, onde tudo era bem organizado. “Preconceito” era palavra que não se usava naquela época. Fiquei na turma da tarde, composta pelos alunos mais fracos. Os alunos mais adiantados, e entre eles os filhos dos professores, estudavam nas turmas da manhã. Para mim foi um choque cultural, longe dos pais e irmãos, longe do meu mundinho conhecido. Era tímida e achava que não ia passar de ano, então rezava para o meu anjinho da guarda me ajudar. E ele me ajudou: tirei o 2º lugar nas provas de fim de ano e assim, no ano seguinte, iniciei o terceiro ano na turma da manhã. As professoras eram ótimas e davam o melhor de si.
Aos 13 anos, comecei a estudar à noite, no meio de adultos e jovens da minha idade que já trabalhavam durante o dia. Gostava de estudar, gostava de ler. Era eu que, com meu trabalho, pagava meus sapatos, minha roupa e meus cadernos, e a mensalidade da escola. O governo não nos dava nada (década de 1960). Os professores eram ótimos. O diretor foi meu professor de Ciências, o melhor professor do mundo: era exemplar em suas atitudes e nos ensinava a ter disciplina e respeito. O professor de português também foi notável. Era uma pessoa extremamente educada, nos ensinou a ler livros, começando pela capa: o título, o nome do autor, as informações da 2ª página...
Aprendi a escrever bem, usando um pequeno e velho dicionário. Eu mesma não admitia escrever qualquer palavra de forma errada. Continuei estudando à noite, depois fiz vestibular. Não consegui vaga em universidade pública. Meu primeiro curso foi em Faculdade particular, paga com meu salário. O segundo também, e todos os outros cursos que fiz, inclusive idiomas estrangeiros.
Hoje, me pergunto por que o ensino público em meu país regrediu tanto. O governo paga mal aos professores e gasta uma fortuna com material escolar. Os alunos recebem tudo de graça e não respeitam sequer os professores. Muitos deles chegam semianalfabetos nas universidades.
A “Pátria Educadora” é uma piada de mau gosto: embutida neste falso discurso está a disseminação de sua ideologia equivocada e ultrapassada.
(Neste momento, de pós Impeachment, o clima nacional é ainda mais incerto, pois os próprios professores estão divididos e já não sabem qual é o seu lugar na sociedade.)

Rosa Maria - POA



Olá professor Marcelo, as turmas do 6º ano da Escola Eurico de Morais, de Santo Ângelo, leram o livro Vencer por linhas tortas. Os alunos gostaram muito do livro e estão trabalhando as atividades sugeridas, inclusive as fotografias com uso de filtros. Esperamos pela Feira do livro, em nossa cidade, para lhe conhecer pessoalmente.

Adriane Bajerski - Santo Ângelo



Marcelo, devorei o livro Minicontos e Muito Menos. Estou arrebatado. Teus minicontos são impressionantes. A Laís Chafe é genial! Incrível o universo dos minicontos, faria isso pra sempre. Ótima escolha pra uma tese de mestrado. Mais uma vez parabéns.

Tiago Pedroso - Porto Alegre



Este e-mail é um agradecimento pelo semestre.

A cadeira que eu mais queria cursar era Redação I e fico feliz que tenha sido contigo. Muito obrigada pelas aulas muito boas, pelas dicas e pela acessibilidade. És um ótimo professor. Agradeço também pelos elogios e pelas palavras de incentivo. Vou lembrar de todas elas.

Drysanna Espíndola - Porto Alegre



Olá, Marcelo!
Somos da equipe The Five Stars,composto pelos integrantes:Luan, João, Vinícius, Gabrieli e Giovana...Estamos participando de uma gincana literária do livro "As cinco pontas de uma estrela".Queríamos dizer que gostamos muito de estudar o livro, pois nos identificamos com a história dele.Estamos aguardando a sua presença na nossa escola Guilherme Exner, na XI feira do livro.

Equipe The Five Stars - Presidente Lucena / RS



Olá, Marcelo! Estamos através deste recado, avisando que nós da Escola Guilherme Exner e da equipe Âncoras lemos o seu livro "5 pontas de uma estrela". Queremos dizer que o livro foi muito bom, todos nós aprendemos muitas coisas com ele. Obrigado! E até a Feira do Livro!

Diego Rafael Eckardt - Presidente Lucena/RS



Olá,Marcelo!Estramos, através deste recado, avisando que nós da Escola Guilherme Exner e da equipe Âncoras lemos o seu livro "As 5 pontas de uma estrela". Queremos dizer que o livro foi muito bom, todos nós que lemos aprendemos muitas coisas com ele. Obrigado! E até a Feira do Livro!

Diego Rafael Eckardt - Presidente Lucena/RS



Nós somos a equipe " Os Autores", nesse grupo tem a Carlas, Jascani, Marciano, Jonas e Dener. A nossa professora Carla fez uma gincana com o livro "As 5 pontas de uma estrelas". Esse livro nós tivemos que ler para a Feira do livro da escola.
Queremos que você continue fazendo esse trabalho maravilhoso, escrevendo para o público e juvenil.
Esperamos você em julho na nossa Feira do Livro! :) :)

Carla Andreia Verruck - Presidente Lucena, Rio Grande



Boa noite!Somos alunos da escola Guilherme Exner,estamos participando de uma "Gincana Literária",onde as tarefas são referentes ao seu livro "As 5 pontas de Uma Estrela".Estamos muito felizes em recebê-lo como patrono da XI Feira do Livro.Gostariamos de parabenizá-lo pelo excelente livro;ainda mais pela criatividade da história.
Esperamos por você aqui em nossa escola dia 15/07.Att,integrantes da equipe "Mestres da Sabedoria":Priscila,Tauana,Natália,Carlos e Braian S.

Tauana Staudt - Presidente Lucena / RS



Olá Marcelo nós somo da equipe “Os Sonhadores”, da gincana literária da 11° Feira do Livro da Escola Guilherme Exner de Presidente Lucena. Lemos o livro “As 5 pontas de uma estrela”, e estamos realizando diversas atividades a partir da história. Todos nós adoramos o livro, além de acharmos que é perfeito para a nossa faixa etária. Alguns de nós se identificaram bastante com os personagens, pois também queremos conhecer o mundo além do lugar onde vivemos.
Queremos muito conhece-lo pessoalmente, e estamos ansiosos pela sua visita a nossa escola.

Os Sonhadores - Presidente Lucena



Olá, tudo bem? Somos da equipe Alertse de uma gincana literária organizada por nossa professora Carla Elisângela Bündchen, esta gincana é bem interessante, pois prendemos cada vez mais sobre você e sobre um dos seu livros 'As 5 pontas de uma estrela'. Em uma das tarefas desta gincana, devíamos te mandar um recado, explicando tudo isso. Os integrantes da equipe são: Tainara Spaniol, Andressa Spulier, Fernanda Tais Camara,Jonas Gabriel Bervian e Wesley da Silva. Todos nós queremos muito te conhecer! Um abraço.

Tainara Spaniol - Presidente Lucena/RS



Olá.Somos da equipe Four Stars Forever e estamos participando de uma Gincana Literária, organizada pela professora Carla Elisângela Bündchen. A partir desta gincana conhecemos um pouco melhor você e seu livro "As 5 pontas de uma estrela" o qual lemos e agora estamos trabalhando. Somos um grupo composto por quatro integrantes: Jordana Lanius, Éverton Fey, Tiago A.Schons e Maria Regina B.Lanius e viemos por meio deste recado convidar você a nossa feira do livro na Escola Guilherme Exner, para juntos podermos ter um momento de bate-papo, conversas e conhecimentos.
Esperamos por você!

Jordana Lanius - São José do Hortêncio / RS



Ola, somos da equipe "Constelantes" somos 5 membros,Adrieli,Maria Luiza,Clarice, Erickson e Marlon,estamos participando de uma gincana nas aulas de português. Ela se baseia em seu livro "As 5 pontas de uma estrela".Os trabalhos feitos durante a gincana serão expostos na feira do livro de nossa escola "Guilherme Exner" no dia 15/07. Esperamos por você em nossa feira.

constelantes - Precidente Lucena/RS



Olá Marcelo Spalding! Aqui quem fala ( escreve ) é Lucas Edurado Jung, integrante e líder da equipe " The five friends of the Stars " ( sim, um nome bem grande ).
Os alunos daos Oitavos ( 81 e 82 ) e do nono ano da escola Guilherme Exner em Presidente Lucena/RS, estão participando e competindo numa gincana literária, proposta pela professora Carla Bünddchen.
O tema dessa gincana é um livro que o senhor escreveu, " As 5 pontas de uma estrela ". Não é a toa que esse livro é indicado para alunos do 8º e 9º ano. No começo dele se passa o sonho de muitos adolescentes, a liberdade, curtir com os amigos sem dever ne obrigação, ficar muito como demonstra o livro... mas todos sabemos que a vida não é assim.
Nesta gincacna também serão feitos vários trabalhos para serem expostos da feira do livro, na qual o senhor será o Patrono e estamos muito ansiosos para conhecê-lo. O receberemos com muito respeito e carinho. Até lá"

Obs: O nome da nossa equipe faz referência ao livro.

Lucas - Presidente Lucena/RS



Boa noite! Somos alunos da Escola Guilherme Exner, estamos participando de uma "Gincana Literária", onde as tarefas são referentes ao seu livro "As 5 pontas de Uma Estrela". Estamos muito felizes em recebê-lo como nosso patrono da XI Feira do Livro.
Gostaríamos de parabenizá-lo pelo excelente livro; ainda mais pela criatividade da história.
Esperamos por você aqui em nossa escola no dia 15/07.
Att, integrantes da equipe "Mestres da Sabedoria": Priscila, Tauana, Natália, Carlos e Braian S.

Priscila Schmedecker - Presidente Lucena-RS



Boa noite! Somos alunos da Escola Guilherme Exner, estamos participando de uma "Gincana Literária", onde as tarefas são referentes ao seu livro "As 5 pontas de Uma Estrela". Estamos muito felizes em recebê-lo como nosso patrono da XI Feira do Livro.
Gostaríamos de parabenizá-lo pelo excelente livro; ainda mais pela criatividade da história.
Esperamos por você aqui em nossa escola no dia 15/07.
Att, integrantes da equipe "Mestres da Sabedoria": Priscila, Tauana, Natália, Carlos e Braian S.

Priscila - Presidente Lucena-RS



Boa noite! Somos alunos da Escola Guilherme Exner, estamos participando de uma "Gincana Literária", onde as tarefas são referentes ao seu livro "As 5 pontas de Uma Estrela". Estamos muito felizes em recebê-lo como nosso patrono da XI Feira do Livro.
Gostaríamos de parabenizá-lo pelo excelente livro; ainda mais pela criatividade da história.
Esperamos por você aqui em nossa escola no dia 15/07.
Att, integrantes da equipe "Mestres da Sabedoria": Priscila, Tauana, Natália, Carlos e Braian S.

Priscila - Presidente Lucena



oi Marcelo, somos da escola da Guilherme Exner de Presidente Lucena, estamos participando de uma gincana literária, somos da equipe Pequenos Grande Leitores, nesta gincana, estamos trabalhando com seu livro " As 5 Pontas de uma Estrela " apesar do livro ter um final triste, deixa uma bela mensagem sobre a vida.Portando esperamos a sua visita, será muito bem recebido.Ate logo

davi - 93945000



Boa noite! Somos alunos da Escola Guilherme Exner, estamos participando de uma "Gincana Literária", onde as tarefas são referentes ao seu livro "As 5 pontas de Uma Estrela". Estamos muito felizes em recebê-lo como nosso patrono da XI Feira do Livro.
Gostaríamos de parabenizá-lo pelo excelente livro; ainda mais pela criatividade da história.
Esperamos por você aqui em nossa escola no dia 15/07.
Att, integrantes da equipe "Mestres da Sabedoria": Priscila, Tauana, Natália, Carlos e Braian S.

Priscila - Presidente Lucena



Olá Marcelo
Somos da Escola Guilherme Exner de Presidente Lucena e estamos participando de uma gincana literária. Somos da equipe OS CORINGAS.
Nessa gincana fazemos tarefas relacionadas ao livro "As 5 pontas de uma Estrela".
Esperamos por você na nossa feira do livro.

Os Coringas - Presidente Lucena



Olá Marcelo!
Somos da Escola Guilherme Exner, de Presidente Lucena e estamos participando de uma gincana literária. Somos da equipe OS CORINGAS.
Nessa gincana fazemos tarefas relacionadas ao livro "As 5 pontas de uma Estrela".
Gostamos do livro, pois ele nos conta uma história muito emocionante, e nos identificamos com as personagens.
Esperamos por você na nossa feira do livro.

Os Coringas - Presidente Lucena



Boa noite! Somos alunos da Escola Guilherme Exner. Estamos participando de uma "Gincana Literária" onde as tarefas são referentes ao seu livro "As 5 Pontas de Uma Estrela". Estamos muito felizes em recebê-lo como nosso patrono da XI Feira do Livro.
Gostaríamos de parabenizá-lo pelo excelente livro; ainda mais pela criatividade da história.
Esperamos por você aqui em nossa escola no dia 15/07
Att, integrantes da equipe MESTRES DA SABEDORIA: Priscila, Tauana, Natália, Carlos e Braian S.

Mestres Da Sabedoria - Presidente Lucena



Olá, meu nome é Gisele. Sou aluna do oitavo ano da escola Tereza F.
De todas as palavras que tenho para descrever esse escritor, mesmo que eu não conheça muitas... com certeza , essa palavra seria: EXCELENTE!
Não posso explicar o tamanho da admiração que eu tive após ler 3 livros seus (As cinco pontas de uma estrela, A cor de outro e Vencer por linhas tortas), eu realmente não achava que eu pudesse encontrar livros assim, escrito por um escritor brasileiro. Estou fazendo um trabalho para a escola sobre o livro Vencer por linhas tortas, e meu Deus... É uns dos trabalhos que estou mais me esforçando e dando o meu melhor para fazer.
Bom, eu só queria agradecer por escrever livros maravilhosos como eu li, queria dizer que ganhou uma fã! E ainda mais, queria agradecer meu professor de Língua Portuguesa por apresentar a minha turma o seu trabalho.
Por favor, continue escrevendo livros incríveis como esse. &9825;

Gisele - Canoas - RS



O melhor do latim migrou para a língua portuguesa. O grego de Paulão de Tarso ficou mais trovejado ainda quando São Jerônimo traduziu suas cartas para o latim. Do latim foi para o português, altivo senão até explosivo assim; "transformam suas relações naturais em relações contra a natureza" quando denuncia a manipulação corpórea e promíscua dos humanos...

Suricato - BH/MG



Meu mestre, não imaginas o que representou para mim a noticia que me deste hoje. O teu incentivo e a tua atenção foram fundamentais para mais essa conquista, virão outras e sei com quem posso contar. O mundo seria bem melhor se tivessem mais pessoas com a tua dedicação e disponibilidade para ensinar e fazer com que se goste de aprender. És muito jovem e vais colher bons frutos pelo teu trabalho, e verás muita gente crescendo intelectualmente com a tua mão. Um grande abraço e muito obrigado por acreditar em mim! Néia.

Teresinha Mendes Ribeiro Bopp - Porto Alegre



Boa tarde! Quero parabenizar pela palestra no Santander Cultural, no último fim de semana, sobre livro digital. Pude assistir e gostei demais! Abraço

Felipe Basso - Porto Alegre



seu livro é muito bom gostei de escolher o final

marcel - ivoti



Terminei hoje a leitura de As 5 Pontas de uma Estrela. Achei bem bom, lembra mesmo a fase da adolescência, quando tudo são descobertas e todo mundo se acha dono do universo heheh. Achei interessante a inclusão do menino de rua no grupo e da evolução das coisas (atropelamento, gravidez), tem várias coisas pra se pensar aí e acho que deu pra abordar todas reflexões "adultas" de forma indireta, sem tornar o livro chato, por ser moralista. Deve ser bem difícil escrever com a linguagem adequada e para um público adolescente.

Fernanda Handke dos Santos - Porto Alegre



Acabe de ler seu livro "Vencer por Linhas Tortas"! Fiquei impressionado com o roteiro, totalmente imprevisível e surpreendente. Acredito que seu livro é um grande incentivo para os jovens tomarem gosto pela leitura.

Renato Laserra - Osório



Olá Marcelo Spalding eu adorei ler este livro...
A nossa professora de português também gostou muito de seu livro Vencer por Linhas Tortas, e está lendo para nós As 5 pontas de uma estrela...
Li este livro em 3 hs e 20 min do dia em que o comprei...
Me diga se você tem um site que fale tbm mais sobre As 5 pontas de uma Estrela um abraço e até a sua visita na 1° de Maio onde estudo 7°anoA...
Confesso que não gosto de ler mas só de pensar em escrever livros já fico empolgada e feliz, bom tema para livro é o que não falta mas preguiça é o que sobra...

Um abraço,17/06/2015

Lucielle de Freitas Furtado - Nova Petrópolis/RS



Marcelo, li seu livro Vencer por linhas tortas e gostei muito! História de ritmo ágil, enredo interessante, que trata de temas caros à sociedade e aos jovens, e de uma maneira não impositiva, sempre surpreendendo o leitor! Os personagens têm cada um sua “personalidade” e a linguagem tem o tom e a dose certa de vocabulário para a faixa etária a que se destina. Embora eu esteja longe dela, também curti bastante! Vou levá-lo aos netos adolescentes!

Francirene Gripp de Oliveira - Belo Horizonte, MG



Adorei o livro, melhor que já tive a oportunidade de ler... Valeu a pena! Emocionante... Logo eu que não gostava de ler. Obg Marcelo. Parabéns pelo lindo trabalho.

Juliiana Duarte - Barra do Ribeiro



Oi,
estava eu no google pesquisando sobre microcontos quando encontrei os seus, estou viajando no site. Adorei tudo, parabéns!
Fiz um microconto pr'a você.
"O menino fechou o livro e foi jogar bola".
Gostou?
Um forte abraço!!!!

VERA LUCIA MOREIRA DA SILVA - MONTE MOR- SP



Sábado eu li a segunda versão do livro do Marcelo, Vencer por Linhas Tortas. Gostei muito. É um livro inovador, que permite ao leitor interagir com a história e escolher o final (tem várias possibilidades) . Aliás, o leitor é colocado na narrativa como personagem, fazendo esse perceber que tanto no enredo como na vida, o desenrolar dos fatos e o desfecho dependem das escolhas que fazemos. O livro também remete o leitor ao uso da web para complementar a história, através de textos, vídeos, imagens, fazendo uma integração com as diferentes mídias. Com certeza que fará o maior sucesso com a garotada. Parabéns, Marcelo Spalding, ficou show!

Marli Fiorentin - Nova Bassano



Professor Marcelo, acabo de ler seu conto "Abrir e fechar os olhos" e achei simplesmente incrível...
É muito sutil e mostra muito com tão pouco.
Não foi preciso dizer nada do ambiente para minha imaginação ser levada a pensar em um quarto de hospital.
E também gostaria de citar um microconto seu:
"Ela nunca perdoaria o marido por ter comprada aquela piscina sem antes ter ensinado Marquinhos a nadar."
Foi o microconto que mais me chamou a atenção. É muito pouco e passa muita coisa, além da emoção chocante.
Espero chegar ao ponto de ter essa sutileza e habilidade com as palavras e me tornar um exímio escritor.
Parabéns por isso!

Felipe Sieira Castro - Rio de Janeiro



Prezado Marcelo,

Gostaria de desejar para você e sua família um bom Natal e um excelente 2015. Que você tenha ainda mais sucesso e continue sendo este grande incentivador da cultura.

Aprendi muito com você neste ano de 2014, participando das duas oficinas literárias. Antes das oficinas eu havia conquistado reconhecimento para dois de meus textos: A Matriz (XII Concurso de Contos da Fundação Petrobras de Seguridade – Petros - 2012); Um Mundo de Cristal (Concurso de Contos Um dia da Minha vida em 2025 - Projeto Tomorrow Project – Intel e FIAP - 2013)

Neste ano de 2014 foram outros oito textos: Invenção Tropical (Concurso de Contos a Roupa Nova do Imperador- 2014); Verhaultenbeobachtung (2.º Desafio Literário Revista Pacheco – 2014); A Mucama (Concurso de Contos A Lei áurea); A princesa, os escravos e as camélias (Concurso de Contos A Princesa Imperial - 2014); A Copa no País da Maravilhas (Concurso de Contos do Colégio Maria Augusta);Hora de voar (3.° Desafio Literário da Revista Pacheco); Entre sonhos, trilhos e araucárias (1.° lugar no Concurso 100 anos da Estrada de Ferro Campos do Jordão- 2014); e O mago do futuro (XIV Concurso de Contos da Fundação Petrobras de Seguridade – Petros – 2014).

Escrevi muito mais neste ano de 2014, participei de muitos outros concursos e agora penso na publicação de um dos meus livros.

Tenho muito ainda a melhorar, mas cresci com o apoio de alguns amigos e com as suas orientações nas oficinas.

Um grande abraço!

Adnelson Borges de Campos - São Mateus do Sul, PR



Eu, adorei suas postagens são maravilhosa, abração !

manoel araujo - Itaituba



Eu não poderia deixar de dar minha opinião sobre o teu conto, ainda que reconheça que não sou ninguém para falar sobre os escritos de um professor-escritor como tu. Gostei demais. Contaste a história com muita sensibilidade. Conseguiste nos passar o retrato das meninas, seu caráter, temperamento, de tal forma que parece que as conhecemos. É um conto muito triste, um conto em branco e preto, com sombra e neblina, assim eu vejo (acho que me entendes). Em alguns - poucos - momentos é iluminado pela amizade da Júlia e da Arlete, e só aí surgem as cores. A origem, a situação, a falta de futuro das meninas expressam bem a realidade. A violência o bullyng, a ausência de qualquer forma de piedade de algumas,como Fernanda, existem mesmo, e como! Outra coisa que me fez pensar, me emocionou foi perceber como a desgraça, a miséria, podem causar efeitos diferentse nas pessoas. Júlia, ao contrário de Fernanda que tornou-se uma pessoa dura e cruel, desenvolveu a ternura, a bondade, a gentileza para amainar o sofrimento dos outros. Inclusive voltou atrás no plano de matarem Fernanda ao conhecer todas as agruras que ela tinha enfrentado. Sofri muito com o final. Tu, como demiurgo, poderias ter livrado Arlete da morte. Quem sabe uma pneumonia da qual ela tivesse sido curada? Brincadeira, Marcelo. É que a gente participa, tem empatia pelas personagens, e fica difícil aceitar a perda.

Ah! Quero te dizer também que adoro tua mini-novela Cédula Viva. Acho que já te falei. Mas a cada vez que volto a lê-la, mais sinto que deverias continuar a escrevê-la, transformando-a em livro.

Grande abraço.

Jussara Maria Lucena - Porto Alegre



Marcelo, te escrevo para mais uma vez agradecer a tua presença na nossa escola e te parabenizar pelo belo trabalho que fizeste. Tua fala foi muito oportuna e adequada, todos gostaram muito e arrumaste algumas "fãs".

Luciane Beier - Porto Alegre



Olá, Marcelo! Como vai? Primeiramente, eu gostaria de me apresentar. Meu nome é Yasmin, tenho 13 anos e assisti sua palestra na Escola Santa Joana Francisca, em Picada Café, no dia 25 de setembro. Bom, eu realmente gostei bastante da conversa naquele dia e da sua apresentação. Você não só sabe se expressar muito bem como tem um dom natural para o humor, não sei se alguém já te falou isso.

Ainda assim, o mais legal de tudo é o seu trabalho. Não é o que eu estou acostumada a ver. É todo o ano a mesma coisa: livro de mistério, livro de romance e blá blá blá. Já, com você, foi diferente. O que faz a diferença é o que estás trazendo e como realiza isso: é simplesmente incrível.

Você conseguiu abrir a mente de muitas pessoas naquele dia, e quero que continue assim. Com certeza eu gastarei os meus R$30,00 do nosso vale-livro com uma de suas obras.

Yasmin Ruppenthal - Picada Café



Só elogios em Morrinhos do Sul. Você é um sucesso por onde passa. Realmente os alunos e professores ficaram encantados.

Alexandre Porcat - Torres



Obrigado, Sr. Marcelo, pela mensagem desta tarde em Santa Rosa. Inspirou-me profundamente a usar a tecnologia digital como uma ferramenta para alavancar o prazer de aprender. Seu tema é atualíssimo, pois proporciona mudar a concepção do ato de ensinar tão atrasada no Brasil. Obrigado, grande abraço.

Nauro C. de Azambuja - Santa Rosa



Olá Marcelo! Só hoje li teu artigo na ZH e achei muito interessante a ideia. Estou lendo no Kindle o livro When I Left Home: My Store, do Buddy Guy e, durante a leitura, a cada citação de um músico, corria para a minha discoteca para escutar aquela canção. Fiquei pensando em como seria esse livro já editado como digital, com imagens, músicas, fotos das cidades etc. Uma maravilha, não é mesmo? Viva a Literatura Digital!

Inácio Roberto Knapp - Porto Alegre



Adorei saber sobre você e seu magnífico trabalho. Você me parece que tem uma magnanimidade em seu jeito de ser. Parabéns! Gostaria de ser criativa para poder contribuir com este trabalho tão lindo. Se neste ano eu tiver alunos em literatura, vou usar seus textos e os de seus convidados para analisar e quem sabe levá-los a produzir minicontos. A síntese é muito difícil de ser alcançada. Felicidades e agradeço-lhe por este projeto. Quantas histórias lindas! Ainda não li tudo. Ainda o farei, prometo!

Édila Marli - Osório



Professor, quando, no semestre anterior, ingressei na UniRitter, estava preocupadíssima com as dificuldades que encontraria, pois não tinha a base adquirida no ensino médio. Apesar de saber que ainda tenho muito a aprender, posso lhe afirmar que em sua disciplina não encontrei dificuldades. Devo isto á você, pois é um excelente professor. Somente tenho a lhe agradecer. Um grande abraço!

Chris Andrade - Canoas



O bom é que agora as notas estão dadas e a última prova já feita, então posso elogiá-lo sem me preocupar com a ideia de "puxação de saco".

Fico grato pela "revisão" de ensino médio, que me fez aprender em menos de 6 meses o que me ferrei aprendendo durante uns 3 anos.

Continue com sua metodologia e carisma que com certeza são uma receita de sucesso.

Não acho justo elogiar apenas por uma avaliação de curso anônima, certas coisas devem ser ditas mais diretamente para que tenha o efeito devido.

Paulo Flores Jr. - Canoas



Ilustríssimo professor, obrigada por me mostrar que o português pode ser fascinante, e ao mesmo tempo fundamental para a desenvoltura de um estudante de direito! Posso dizer que foi de grande valia seus conteúdos, e os EADs mais ainda... Os EADs são uma grande ferramenta para o aluno sanar as dúvidas e reforçar a matéria. Obrigada, e obrigada mais uma vez, tenha muito sucesso em sua carreira, pois além de competente no que faz, gosta disso e isso te faz um ponto acima daqueles que pensam de modo fechado, ou seja, seu diferencial é saber estimular o aluno com vários pontos de vista.

Luciane Tissiani Schmidtke - Canoas



Marcelo, obrigado pela consideração. Na minha idade, algumas coisas abstratas contam mais que outras concretas. Com muita sinceridade, te digo: considero o Português uma coisa chata. Mas a tua postura em aula e a tua maneira de ensinar transformaram o chato em agradável. Foi muito bom ter sido teu aluno. O Português ficou até `menos difícil`. Um abraço.

Carlos Manoel Damo - Canoas



Marcelo, só para te dar um feedback, os minicontos e o hiperconto foram os protagonistas de minha aula. O seu livro ficou girando pela sala, os alunos leram, comentaram, se interessaram, gostaram... A partir dos minicontos, ganhei a turma e passamos a nos entender, foi uma aula muito agradável, divertida e participativa. O hiperconto não ficou atrás. Entrei no site do "Um estudo em vermelho" para mostrar a ideia e eles, igualmente se mostraram muito interessados e acharam a ideia genial. Bem, só queria mesmo é te dar esse retorno do quão produtivo é trabalhar os seus textos em sala de aula, inclusive na graduação.

Angela Mendez - Porto Alegre



Oi, Marcelo!
Rcentecente, tivemos a sua presença no Festival do Livro de nossa escola, em Lajeado. Sua palestra e bate-papo com os alunos foram muito produtivos e educativos. Parabéns pela forma crítica e envolvente como temas atuais são abordados em seus livros. Fazer pensar é uma arte e um dom!

Sueli Koch Sievers - Lajeado/RS



O seu curso de Língua Portuguesa a distância está bem interessante, atendendo as expectativas. Observa-se uma dedicação especial do professor nas propostas de exercícios, cujos conteúdos são importantes para o domínio da leitura e escrita. Estou bem envolvida com as propostas, pois a resolução dos mesmos são colocadas como desafios ao conhecimento construído. Como professora, tenho aproveitado muito as aulas e reorganizado o material recebido para socializá-lo nas aulas de estágio. Aproveitando, quero mais uma vez parabenizá-lo pela contribuição que colocas à disposição de todos no teu site. São exercícios, informações, conhecimentos que enriquecem as experiências de leitura e desafiam a buscar outras. Marcelo, é com carinho que reforço a importância do teu curso para que possamos construir e agregar conhecimentos na área de língua portuguesa.

Naura Martins - Osório



oi!!
gostei muto da palastra que vc deu para nos em Panambi sou do colegio do Pindorama

monique - panambi



Andei lendo mais uns dos teus minicontos Marcelo. O mundo só vele a pena porque alguns fazem a diferença. Assim como algumas letras do Chico, João do vale, Nelson do cavaquinho e tantos outros já quase esquecidos, que contam histórias muitas vezes complicadas, usando meia dúzias de palavras. São os bons escritores, penso eu, que podem selecionar, resumir, posicionar e poetizar as palavras, criando forma, cor, cheiro e vida.

Mauro Borges - Porto Alegre



Marcelo,
eu sou apaixonada pelo que escreves.
Parabens pelo lindo trabalho nas ofinas.
Parabens pelo ser humano incrivel que é vc.

Tirza Lima - Porto Alegre/RS



Parabéns Marcelo pelo seu talento e tão maravilhoso trabalho.És um modelo e incentivo para os estudantes.Fiquei encantada com o entusiasmo dos teus alunos.Sendo tão jóvem, és um exemplo a ser seguido.

Ecilda Simões Syumanski - Porto Alegre-Rs



Sem dúvida você é um ótimo profissional e tem esse diferencial incrível de sempre querer o melhor para os alunos, sendo um ótimo professor e organizado! Fico feliz por ter sido sua aluna neste semestre, pois aprendi muitas coisas que vão ficar sempre na memória. Boas festas!!

Júnia Bassan - Canoas, RS



Tenho uma filha de 12 anos, ela adorou teus livros e pediu que fizesse uma continuação para "A COR DO OUTRO", pois achou o máximo.

silvia jardim - minas do leão Rs



Olá, achei muito legal sua palestra lá na escola Guajuviras, sou Ketellen.

Ketellen - canoas



Grande Prof. Marcelo, através deste, venho lhe parabenizar e agradecer pela forma que você conduziu as aulas em nossa turma, imagino que deva ser sempre assim em tudo o que faz. Tu és um cara muito bacãna e diferenciado, és um exemplo de pessoa, foi realmente um prazer ter participado de sua disciplina. Não sei como fecharei "nota final", em sua disciplina, estou com dificuldades na FACULDADE EM GERAL, nem sei se prossigo na RITTER, mas já lhe adianto minha gratidão e já sinto saudades, saudades sinceras, sempre lembrarei desse grande cara. FOI UM PRAZER AMIGO !!!!!!

CLÉBER MACIEL DE ARAUJO - PORTO ALEGRE - RS



Você fez uma palestra muito objetiva, e animada, aqui em nossa escola, o Riachuelo agradece!

Fiz um miniconto inspirada no teu miniconto da traição: "Ela o adora, mais não consegue amá-lo. Curte sua compania, mas não consegue suportá-lo. Ela quer dele se afastar, mas não o deixá-lo."

Larissa - Capão da Canoa



MARcelo SPAlding, se mar inicia em teu nome, no meu ele termina. Se ele não tem princípio nem fim, acho bom ir pro Spa, o spa de teus contos, de tuas poesias.
Um abraço de teu aluno de LPII Uni.

Itamar de Vargas - Canoas/RS



Prezado Marcelo! Como vai?
Espero que tudo esteja bem contigo!
Estou em contato para comunicar que já fui qualificada hoje, mas o interessante é que eu tinha quase certeza do impacto que os novos gêneros por ti pesquisados , como o miniconto iria causar na composição do meu tema. E foi um dos aspectos que a banca destacou como positivo , entre outros vários elementos levantados.
Fica aí então o registro da sua contribuição. Na minha opinião uma linha de racicínio inteligente, inusitada, original que demonstra os novos rumos da literatura, vitrine do Brasil para o resto do planeta.
Um grande abraço

Arlete Mathias - Tupã, SP



Sou uma estudante do ensino fundamental e um dos livros de leitura obrigatória foi " As cinco pontas de uma estrela". Ele livro me fez refletir, ver a vida com outros olhos e principalmente responder perguntas que já tinha á muito tempo. Enfim adorei ler esse livro por que sei que levarei ele pelo resto de minha vida poís li coisas que jamais imaginaria que iria acontecer e percebi que é bem isso que acontece no mundo de jovens só que não percebemos.

Vitória Araujo Prates - Porto Alegre



tenho orgulho de dizer que essa é minha escola, lutando contra o preconceito

Jéssica - viamão/RS



Ontem eu lia teus Minicontos e Muito Menos e achava interessante, polêmicos, e ganhem prêmios. Então hoje, sem ter tido a oportunidade de terminar aquela leitura, fiz uma incursão aqui e gostei da tua falta de preconceito, entrei nas crônicas que são o teu pensamento inquieto e instigante a respeito da literatura digital, do fim ou não do livro, de como vês toda esta mudança. Claro está que o jovem tira de letra e mais facilmente assimila a mudança de paradigmas, o que para mim é difícil, mas concordo e gosto do modo como expões estas novidades. Serão desafios a enfrentar. Mas é melhor enfrentar do que morrer. Burguesinha x seu Jorge está ótimo. Um dia alguém vai parar de dançar e raciocinar sobre o que diz a letra. Nós já sabemos.

Scyla Bertoja - Porto Alegre



Marcelo, adorei teu trabalho.Esteve na minha escola e achei teu livro 'A cor do outro' um belissimo trabalho. Com certeza lerei muitas outras obras tuas.

Paula Soares - Porto Alegre/RS



Assisti a tua palestra pela manhã, na Escola Rainha do Brasil.Achei ótima, muito criativa e dinâmica. Adorei a forma como tu interages com os alunos. Parabéns!

Roseane Teixeira - Porto Alegre



Bom dia, Marcelo.

Sou professora sim, mas atualmente estou estudando. Faço mestrado em Letras e sou bolsista Fapesp. Cheguei até você porque meu objeto de estudo é Mínimos, múltiplos, comuns, de João Gilberto Noll. Baixei sua tese de mestrado e devo lê-la ainda esse mês para elaborar minhas considerações a respeito dessas micronarrativas.

Gostei mesmo de seu projeto de hiperconto, pois fiquei refletindo sobre a questão da escolha que permeia a leitura de qualquer hiperconto bem elaborado como o seu (a escolha é indissociável da leitura, mas no seu hiperconto ela é recorrente). Acho que isso o torna muito melhor do que aquele do Mauro. A questão não é o fato de ter imagens em movimento ou recursos sonoros, isso o bom leitor sempre elaborou mentalmente em suas leituras. Claro que se o suporte (internet) permite esses recursos, eles devem ser usados, mas acredito que o mais interessante é o fato de o texto estar incrivelmente acessível e ser uma novidade. Sei que há livros disponíveis na rede, mas eles não despertam nosso interesse porque é um tanto cansativo ler na tela do computador, mas o hipertexto traz a surpresa. Ao escolher uma direção, não sabemos o q vai dar e, flertar com a possibilidade de ler novamente por um outro caminho, é bem legal. Eu não quis fazer isso, justamente para manter dentro de mim a idéia da simples possibilidade.

Fabiula Neubern - Campinas/SP



Parabéns pelo teu trabalho e agradecida por ter permitido que eu conhecesse a tua dissertação. Você não se esquivou dos exemplos e foi corajoso na abordagem.
Há tempo queria esse contato, por isso li tudo num fôlego. Com novas perspectivas, pretendo (coragem!) buscar novas formas de me expressar.

Helena Dossin - Caxias do Sul



Terminei a leitura do teu livro "a cor do outro" e senti urgência em comentá-lo para não deixar escapar nenhum apontamento.

Gostei muito de sua escrita e da forma como desenvolveu a trama. Achei que a obra é uma ótima ferramenta para trabalhar e abordar o tema "preconceito" com adolescentes, excelente para, por exemplo, ser usado em sala de aula. A história de Camilla e Paulo oportuniza que o preconceito seja discutido além racial "branco-negro", levantando outras questões importantes de serem trabalhados ainda na puberdade tais como o homosexualismo, a discriminação racial recíproca, a necessidade de aceitação familiar, entre outros.

Também percebi, ainda na esfera livro - sala de aula - adolescente, que a história é muito bem amparada por referenciais literários. Repleta de citações e referencias a livros, autores, poesias, poetas, músicas, "a cor do outro" é, não só um bom romance adolescente ao estilo Scliar, mas uma abastada fonte bibliográfica para estes "inscientes" leitores.

Mas deixemos a didática de lado e, só para encerrar (não quero te importunar muito), quero comentar uma passagem que dei muita risada. Logo no início, quando Milla (não é legal a maneira como os personagens fictícios de repente, num comentário simples de um leitor, ganham vida e deixam a ficção?) manda um e-mail para o namorado e diz: não sou nenhuma criança bobinha sonhando ser a nova Clarice Lispector. Achei muito bom! Adorei seu livro...

BJs

Ângela Mendez - Porto Alegre



Foi maravilhosa a palestra e a sua visita ao "Favo Literário" que ocorreu no município do Balneário Pinhal. Parabéns pelo trabalho,nós professores e nossos alunos precisam deste contato. Obrigada

Jozema Maria de Lima Machado - Capivari do Sul



Me diverti lendo o livro que fizeste em parceria com a Laís: o "humour" e o desconcerto aliados à concisão demonstram o talento de vocês justamente neste terreno nebuloso (mas abençoado) entre o poético e o narrativo.

Marlon de Almeida - Porto Alegre



Marcelo, adoramos o conto "De Pai Para Filho". Queremos lhe parabenizar pela ótima palestra na escola Cristo Redentor - ULBRA. Abraços.

Gabrielle Tesche, Carol Mänsson e Rafael Giacomazzi - Canoas - RS



Sou um aluno do Colégio ULBRA Cristo Redentor e gostei de seus contos e de sua palestra.

Matheus - Canoas/RS



Eae, somos alunos do CCR, muito bom seu livro, foi bom ter comentado nos assuntos dos adolescentes que não sabem como é a vida sozinhos e acham que dinheiro é tudo na vida.

Renan, Cláudio e Eduardo Weber - Canoas



E aí Marcelo, nós achamos seu livro "5 pontas de uma estrela" muito legal!

Andrey e João - Cristo Redentor-Canoas-RS



Gostei muito da apresentação, a mais legal e divertida que já assisti, muito interessante os assuntos bordados.

Victoria Ferreira - Porto Alegre



Adoramos sua palestra, interessante, realista e muito bem feita. Obrigada por passar-nos essa construtiva mensagem! Parabéns :)

Maria Mazzarino e Laura Ferazzo - Canoas/ RS



Bom Marcelo, li o teu livro "As Cinco Pontas de uma Estrela". Só tenho como comentar uma coisa: perfeito! O Livro tem um realismo muito bacana, adorei ler o livro, explora temas muito interessantes como Alienação, Drogas e Violência. Adorei tua palestra que assisti no Colégio Cristo Redentor aqui em Canoas. Parabéns pelo livro e muito sucesso! Abraços.

Lucas Freitas - Canoas - RS



Muito boa a palestra, és um exelente escritor. Parabéns por tudo. Abraços, Vitor Hugo!

Vitor Hugo - Canoas/RS



Parabéns, adoramos o teu livro.

Igor e Laura - Canoas



Marcelo, gostei do teu livro e acima de tudo a palestra que destes aqui no colégio cristo redentor. Aprendi muito com as tuas idéias e a história contada no livro. Abraço, tudo de bom.

Ana Carolina Zandoná Guadagnin - Canoas - RS



Oi! Adorei tua palestra, tava muito legal.
Muito sucesso pra ti :)

Larissa Ramos - Canoas/RS



O seu livro foi muito bom, diferente de outros livros.

Andrey e João do Cristo Redentor - Canoas-RS



Adoramos suas obras e ficamos muito interessadas em seus contos. Parabéns pelo seu trabalho. E desejamos muito sucesso no seu futuro.

stephany, barbara e jessica - colegio cristo redentor



Adorei suas obras. Seu modo de escrever é facinante. Parabéns pelo seu trabalho.

Leonardo Pugens Matte - canoas



Teus livros são muito legais!

Morgana - Canoas



Oi, somos do CCR, adoramos o seu trabalho do livro: "As 5 pontas de uma estrela". Também lemos alguns de seus contos do site e são ótimos. Parabéns!

Issis e Julia - canoas - RS



Oie!!!! =) Tudo bem??
Nós ouvimos uma palestra sua sobre o livro As Cinco Pontas de uma Estrela, no colégio Cristo Redentor da rede Ulbra em Canoas!!Achamos muito legal o livro, parabens!!!!!!

Bruna Carolina e Thayse - Canoas, RS



Parabéns, adoramos o teu livro.

Eduardo Soletti e Yuri Straccioni' - canoas



Parabéns, seu livro é muito bom e sua palestra no CCR foi ótima.

Luiz - Canoas



Adoramos os contos publicados no site, o livro "As cinco pontas de uma estrela", que trabalhamos em nossa escola, foi elogiado por todos, achamos a história muito boa, parabéns!

Gabriella Uffermann e Gabriela Rocho - Canoas RS



Olá, nós somos alunas do colégio Ulbra Cristo Redentor. Nós lemos "As cinco pontas de uma estrela" e adoramos! A história nos envolveu e nos conquistou! Ah, e adoramos igualmente, a palestra que você, Marcelo, deu aqui na nossa escola. Obrigada por vir nos prestigiar. Parabéns pelo seu talento! Abraço.

ANA, DAIARA e LETÍCIA - Canoas/RS



Oi, somos do colégio Cristo Redentor e queremos te parabenizar pelo seu grande e bem feito trabalho.

Ariel e Giovani - Canoas-RS



Opa, Marcelo, somos do CCR Colégio Cristo Redentor, gostamos muito do livro. É muito legal criativo e interessante. abrass!

juliano, fernando e guilherme - canoas



Gostei muito do seu livro "5 pontas de uma estrela".
Seu livro é muito bom, gostei muito, ele mostra o lado dos jovens.

Raul Cardoso / Luiz Felipe - Canoas /RS



Adorei o livro 5 Pontas de uma Estrela.
Muito bom, mostra a realidade para os jovens.

Pedro Brum - Canoas/RS



Marcelo, sou o Aluno José Henrioque Affonso Balbinot do Colégio Ulbra Cristo redentor, gostei muito de ler seu livro pois me deu muito mais imaginação e criação de textos a sua palestra a qui na escola foi muita boa. Obrigado, atenciosamente, José Henrique.

José Henrique Affonso Balbinot - Canoas, Rio Grande do sul



Oi, você é muito legal. Adoramos seu trabalho!

Adair e Marianna - Canoas - RS



TEU TRABALHO É MUITO TRI, GOSTEI MUITO DA PALESTRA QUE VC DEU NO COLÉGIO CCR. É MUITO LEGAL, GOSTEI MUITO DO LIVRO, BOA SORTE COM OS PRÓXIMOS LIVROS. COMO EU DIRIA: VAMU CAI PA DENTRU

Zina - canoas



Sou aluna do Colégio Cristo Redentor, estou na sétima série (turma 72) e li seu livro "As Cinco Pontas de Uma Estrela", gostei muito, pois é um livro que nos prende, queremos saber o que vai acontecer com cada personagem, em fim você está de parabéns! Se você fizer um filme desde livro acho que vai dar certo, pense bem na minha idéia!
beijão ;

Ágata Gabriana da Silva Pacini - Canoas



Oi, seu querido, eu amei seu livro e gostei mais ainda de sua palestra, acho que ela incentiva os jovens a pensarem mais em algo criativo para a vida! Espero que você apareça mais vezes no colégio da ULBRA cristo redentor! e você é bem lindinho!

Paola Möller - Canoas - rs



Oie. Gostei muito da sua palestra e do seu livro.

valeria manfredini - canoas



Olá, eu sou do CCR e gostei muito do seu livro.

lucas - canoas RS



Somos do Colégio Cristo Redentor
Gostamos muito do seu As Cinco Pontas de uma estrela.

Abraços...

Alexandre Oliveira e Cristian Lidorio - Canoas - RS



Olá!
Somos do Colégio Cristo Redentor, alunas da 72, semana passada fez uma palestra no CCR e nós achamos muito interessante a palestra. Os livros são muito legais!
Bjs!

Samantha Toscani e Paola Inchauspe - Canoas



Seu livro é legal aqui é uma mensagem da turma 63 do Colegio Cristo Redentor.

Mateus dos Santos Cavalersky - Canoas-RS



Parabéns pela apresentação, e pelo livro. Gostei muito da sua visita no Cristo Redentor, beijos.

Jade - Canoas



Olá Marcelo... Li seu livro Vencer em ilhas tortas. Muito Bom, e o fim é exelente :D. Parabéns.

Robson - Canoas - RS



Olá, gostei muito do seu livro, tras um pouco da nossa realidade.Você esteve aqui na escola Crito Redentor eu gostei muito da sua palestra. Um abraço e sucesso.

Julia Borba - Canoas / RS



Olá adorei sua apresentação, no Cristo.Adorei seu livro Vencer em Ilhas Tortas! Mas realmente sua apresentação foi melhor ainda, a mensagem que você passou em seu livro, e depois reforçou com sua apresentação, que foi bem alem do livro, creio que levaremos pra vida toda!
Abraços, e muito sucesso

Arthur Simões - Canoas



Marcelo!!!
Aqui é a Leticia do Colégio Cristo Redentor.
Adorei seu livro " Vencer em Ilhas Tortas "
Adorei você no meu Colégio.
Você explica muito bem a história de seu livro.
Beijos
Leticia Rohten

Leticia Rohten - Canoas



O livro vencer em ilhas tortas é uma aventura incrivel... Aqui é do colegio Ulbra Cristo Rendentor... Vc e suas imaginações, fazem a aventura de nós adolescentes.

Rodrigo - Canoas



Gostei de sua palestra no Cristo Redentor no dia 11/09/09. Abraço !!!

Cristian Szupszynski - Canoas/RS



oooie..
adorei ler seu livro, achei ele muito enteressante, aprendi demais com ele, gostei também bastante da sua palestra e saber um pouco sobre a sua vida e como você se tornou nessa pessoa tão especial para vários, espero que você continue assim sempre, sempre mandadando cada vez mais livros para nós, pois todos nós gostaram demais do seus livros e de você, obrigada por nos ensinar mais -
beeijos, de Vitória e Larissa do colégio ULBRA Cristo Redentor .

Vitoria e Larissa - Canoas



eu so aluno novo no Cristo redntor no dia 11/09/2009 foi bem legal só que não pudi ler o seu livro pois entrei faz pouco tempo no cristo mas a sua palestra foi 10

gabriel oliveira - canoas - RS



Olá, eu sou do Colégio Cristo Redentor,estou na 6ª série , e adorei o livro ''Vencer em Ilhas Tortas''. E o dia que você veio aqui no nosso colégio e deu uma palestra adorei , gostei que você foi além do livro. Fez o teste..
Enfim o livro é muito interessante.

Bruna - Canoas.



Ola Marcelo Spalding. gostei muito das suas obras e as achei muito interessantes! Fiz bastantes perguntas para voce!...e adorei o livro que li ''VENCER EM ILHAS TORTAS''!. ABRAÇO!

Gabriel Vargas - CANOAS



Eu gostei muito do livro vencer em ilhas tortas, é um livro muito legal de ler, cheio de aventuras etc... um abaço gaby

gabriela - canoas



Eu sou aluno novo no cristo e hoje você deu palestra la, nossa foi muito legal pena que eu não li o livro porque entrei no colegio depois do trabalho, mas vou comprar e ler As 5 pontas da de uma estrela, pelo que você disse na palestra aposto que vou gostar.

Fabian Simas Zanetti - Canoas



Marcelo, eu li seu livro vencer em ilhas tortas e adorei me passou uma amensagem incrivel você irá a minha escola no dia 11/09/2009 e tenho muitas perguntas.

Julia - Canoas



GOSTEI MUITO DO SITE. UM DIA DESSES TAMBÉM ESPERO PODER PARTICIPAR DE TANTAS COISAS BACANAS ASSIM. Iniciei como escritora o ano passado e tenho muita estrada para trilhar. Abraço, Márcia.

Márcia Tatiana Dieter - IVOTI



Faz um tempinho que estava p te escrever... Para dizer que seu livro fez sucesso por aqui, Monilly a amiga que comprei o livro junto com o meu, usou o livro em sala de aula para os alunos do primeiro ano de psicologia, em duplas leram os capitulos e todos na sala se emocionaram durante as apresentações gostaram muito do livro e só teceram elogios a respeito dos contos. Estou escrevendo para dividir com você a continuação do sucesso " crianças do asfalto" e mais uma vez parabenizar em nome de todos os alunos que se encantaram com seus escritos.

Juliana Nóbrega - Campina Grande, PB



Descobri !!!!!!!

Pro escritor o olho é importante. Escrever o que se vê. Não importa se é com o olho físico ou o da imaginação. Não tinha me dado conta disto !!!!

Sempre pensei em palavras, não em imagens. Hoje de manhã, pensando na lição pra sexta-feira, de repente, vi o que pensava escrever. Sem dúvida, ajuda muito

Professor, fiz uma grande descoberta (pelo menos prá mim) e a culpa é toda sua. Se não fosse o Sr. ficar dando aula, acho que eu não teria tido uma idéia tão genial.

Evelena Boening - Porto Alegre, RS



Muito bom os minicontos de vocês os dois. Há preciosidades no livro.

Sergio Napp - Porto Alegre, RS



Marcelo, estou diante de um livro-referência, e você não poderia ter melhor parceira, a Laís. O formato, as ilustrações em preto e branco, páginas pretas e brancas, a disposição dos textos dão aos olhos harmonia. Escrever prosa minimalista não é para qualquer um. É incrível como em um mínimo de palavras, descobrimos tanta coisa. E olha que ainda estou aprendendo! Ironia, sarcasmo, humor negro,o encadeamento em Cédula viva, o poder de síntese, coesão, a releitura em Faces de sete poemas. Gosto da câmera e da profundidade psicológica nos minis. Por exemplo, em Último capítulo e Sensibilidade da Laís, a lente percorre várias situações/cenários e, no final, capta o subjetivo dos personagens. Como você me escreveu, muitas reflexões e pesquisas. Parabéns a você, extensivo à Laís.

Alvaro Posselt - Curitiba/PR



Há livros que lemos e não esquecemos nunca mais, seus personagens simplesmente ficam guardados no nosso coração, como aqueles grandes amigos que nunca mais vemos, mas sorrimos por um dia terem feito parte da nossa história e terem feito de nós o que somos hoje.

Diria que sempre que leio um livro eu me identifico com uma personagem, talvez porque todas as pessoas tenham um pouco de mim, talvez porque as pessoas não sejam tão diferentes quanto pensamos que elas são - apenas achamos isso porque não temos o poder de saber o que elas pensam, o que fazem quando não estamos por perto. É verdade, as pessoas são muito mais do que aparentam ser, eu sou muito mais do que as pessoas acham que eu sou e tenho certeza que as conclusões que os outros tiram de você também não são o suficiente para te descrever. Porque você é muita coisa para poder explicar, todas as pessoas são.

E agora talvez você esteja se perguntando "Certo, mas o que o título da postagem tem haver com tudo isso que você acabou de escrever?", e então, meu caro leitor, eu lhe respondo: “As cinco pontas de uma estrela é o título de um livro que li e amei, porque as personagens simplesmente me conquistaram e me fizeram refletir um pouco mais sobre o mundo.”

E, como eu disse, todas as pessoas são tão diferentes, tão únicas, tão maravilhosas... E todas elas são muito mais do que parecem ser, todas elas são muito mais do que pensam ser. Talvez nós não demos a elas o valor suficiente, talvez elas não nos valorizem o quanto esperamos, ou talvez as pessoas simplesmente não saibam demonstrar aos outros o quanto elas os valorizam.

É difícil de explicar, é difícil de entender, o mundo é tão complexo, as pessoas são tão complexas... Ou talvez o fato é que nós tornamos complexo o que é por natureza simples, mas aí é que está, se tornamos algo complexo é porque nós somos complexos, e assim se forma um ciclo. Você entende? Não se preocupe se não entender, porque escrevi exatamente o que senti e agora que reli me confundi no meu pensamento... E por isso eu repito, somos complexos demais.

Mas até que é encantadora toda essa nossa complexidade, afinal, se as coisas não fossem tão complexas, não teria mais sentido viver, todos já teriam entendido o significado de tudo e viveriam iguais, sem questionar nada, simplesmente viveriam, como robôs... Todos estariam cansados de saber como a vida funciona. E agora me diga, qual seria a graça de viver sem a complexidade? Com ela todas as pessoas se tornam tão diferentes, tão amáveis pelo seu jeito único e insubstituível.

E então aqui eu concluo essa postagem e sorrio, apesar de todos os meus pensamentos complexos, agradecendo por as pessoas serem exatamente como elas são, porque todas elas estão em uma ponta da minha estrela (que tem muito mais que apenas 5 pontas ) e, embora algumas perto e outras longe, todas fazem parte dela e todos eu amo de coração, hoje e sempre...

A graça da vida está na complexidade de cada pessoa, de cada olhar, de cada palavra... É querer descobrir por que as pessoas são assim e então, ao ter uma idéia do porquê, sorrir intensamente por perceber que elas são simplesmente lindas nessa sua diferença.

Jéssica Beck - Porto Alegre



oie
marcelo eu adorei seu livro vencer em ilhas tortas!
me deu uma idéia como é ter coragem de encarar a pessoa mais forte e metida!
você foi a minha escola 1º de maio nossa turma está agradeçido por sua presença e muito obrigadoo!
& parabéns pelo seus belos contos !
bjuusss

Andressa - Nova Petrópolis



"A Boneca e o Lobo" me atingiu como uma bomba nuclear... Passei um dia para deglutir aquilo ali. Arlete tem a ver com minha insônia, desde então. Depois, Carlão, que não me deixa desgrudar das páginas. E há uma Arlete no final também. Agora, estou sendo atingida por CRIANÇA QUE CUIDA DE CRIANÇA... Tudo tão bem escrito, descrito, sentido...Sei que vai doer o livro inteiro, mas sou corajosa! Enfim o que tento te dizer é que teu livro é uma TIJOLADA na consciência de todos nós...de quem faz, de quem faz pouco ou de quem nada faz...Há razões de foro íntimo que me levam a abraçar movimentos dessa monta e gostaria que vc me dissesse se, mesmo com tanta distância, há como ajudar com AMOR e CARINHO às donas de ARLETES daí? Aqui também tenho minhas Arletes de estima!

Lilly Falcão - Salvador



Tchê, estava eu a ler o Jornal da UFRGS, em sua edição de novembro/07, e me deparo com a notícia sobre teu livro. Li a notícia. O livro, lerei. Meus parabéns pela sensibilidade na escolha do tema. Vejo que ainda lutamos pelos mesmos ideais dos tempos de DCE. Forte abraço, Ramaís (ex-presidente DCE/UFRGS).

Ramaís Castro - Porto Alegre



Trabalhei durante muito tempo no jornal ZERO HORA no ZH na Sala de Aula, não sei se vais lembrar de mim. Hoje, recebi um jornal da UFRGS e neste uma matéria tua publicada. Parabéns!!!! É uma grande satisfação para nós que trabalhamos e nos dedicamos muito para aquele projeto que hoje infelizmente não existe mais.

Adriana Aragão - Porto Alegre



Parabéns pela iniciativa e pelo belo trabalho que realizastes! O teu livro (Crianças do Asfalto) dá voz a todas as nossas crianças e adolescentes que vivenciam a situação de risco! Parabéns pela tua sensibilidade!

Simone Paludo - Porto Alegre



Já com um pouco de atraso, queria comentar o teu artigo na ZH sobre a polêmica sobre a jornada de Passo Fundo. Penso que o trabalho da Tânia tem sido muito interessante e importante para a cultura do ponto de vista genérico, universal, mas concordo contigo sobre o destino da verba da LIC, que não é pouca. A jornada tem privilegiado autores internacionais e do eixo Rio- São-Paulo, subsidiando com o dinheiro gaúcho a indústria do livro internacional, que nem precisa disso, devido à enorme propaganda que possui através dos meios de comunicação tradicionais. Fico pensando na pobreza franciscana de nossas bibliotecas e escolas, a quebra de nossas editoras e a impossibilidade das tiragens de autores gaúchos atingirem o público pela quase nenhuma distribuição dos livros nas grandes livrarias e bibliotecas. Não é caso de reserva de mercado para os autores gaúchos, como alguns estão falando, mas fazer o que todos os outros estado e países fazem: subsidiar a própria cultura. (...) Outro assunto, li um autor português que comenta teus textos sobre o miniconto, micronarrativa e o mais. Achei muito legal. é interessante como se propaga a discussão. Parabéns.

José Eduardo Degrazia - Porto Alegre



Marcelo, querido, li agora, emocionada, teu artigo na ZH. Logo abaixo do da Tânia. Claro, o que salta aos olhos é a qualidade da redação --- no caso dela, sofrível. Marcelo, só pra te agradecer em meu nome, no nome do LP e no nome de todos nós. Realmente, somos poucos e não temos vitrine. Fora um ou outro que saíram, o resto continua à mercê dos espetáculos com dinheiro público. Parabéns e obrigada.

Christina Dias - Porto Alegre



Marcelo, não costumo escrever para os críticos que resenham meu livro, mas senti-me especialmente grata ao que você escreveu. Por tantos meses tenho me deparado com críticas que falam um monte e não dizem absolutamente nada, que são escritas sem vontade alguma, sem tesão. Hoje, porém, estava tendo um dia ruim, e o que você escreveu me ajudou a ficar melhor. Você capturou a essência, uma das melhores coisas que li até agora. Obrigada.

Mayra Dias Gomes - Porto Alegre



Vc esteve no meu colegio fazendo uma palestra! Moro em Vacaria/RS e estudo no colegio Sao Jose! Só passei pra dar um oi e dizer que aquela palestra que vc passou foi muito legal e não era o tipo de palestra chata que os autores do falam falam e falam! Porque vc fez a gente rir muito e se divertir! Conversando com meus colegas e amigas de outras turmas que viram a palestra, achamos essa sua experiência com a gente muito legal e divertida! Um beijão!

Anna Carolinne Almeida - Vacaria



Sempre que posso, leio os seus textos no DC e me surpreendem de uma maneira positiva. Gosto da forma e do conteúdo. Acho suas análises sensatas, bem estruturadas, ricas e pertinentes.

Adriana Godoy - São Paulo



Muito, muito bom, Spalding (embora eu não goste tanto assim do Saramago): você continua um dos grandes resenhistas do Digestivo em todos os tempos!

Julio Daio Borges - São Paulo



Ontem, quase quatro da matina, li tua bela resenha no Digestivo. Exultei de contente. Que leitura bonita e delicada, que interpretação sensível e, acima de tudo, competente e profissional. Olha, fiquei muito feliz mesmo. E também muito orgulhosa. Escreves com raro talento, és intelectualmente íntegro e não te deixas seduzir pelas acenos da facilidade.

Cíntia Moscovich - Porto Alegre



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"Eu realmente gostei bastante da conversa naquele dia e da sua apresentação. Você não só sabe se expressar muito bem como tem um dom natural para o humor, não sei se alguém já te falou isso. Ainda assim, o mais legal de tudo é o seu trabalho. Não é o que eu estou acostumada a ver. É todo o ano a mesma coisa: livro de mistério, livro de romance e blá blá blá. Já, com você, foi diferente. O que faz a diferença é o que estás trazendo e como realiza isso: é simplesmente incrível. Você conseguiu abrir a mente de muitas pessoas naquele dia, e quero que continue assim. Com certeza eu gastarei os meus R$30,00 do nosso vale-livro com uma de suas obras."

Yasmin Ruppenthal
13 anos

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